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Rihanna e o conforto da nudez

Homens e outros gêneros em geral que gostam de mulheres: a polêmica Rihanna comentou durante uma entrevista que “quanto mais eu fico nua, mais confortável eu me sinto”. Segundo a cantora, faz bem para sua auto-estima.

Se faz com que a cantora se sinta bem consigo mesma, qual o problema? Mesmo assim, provavelmente o conforto de Rihanna será o desconforto de diversos grupos um pouco mais conservadores mundo afora. Mas, para os liberais, a notícia deve ter sido maravilhosa.

Durante uma entrevista à Women’s Fitness, a artista foi sincera em sua opinião, vencendo o que em alguns lugares ainda é considerado um tabu. “Minha forma de lidar com a baixa estima provavelmente não vai funcionar com a maioria das pessoas, mas quanto mais eu fico nua, mais confortável eu me sinto”, revelou.

Vamos levar em consideração que a Rihanna “pode”. Em seus figurinos e clipes, sempre ousados, Rihanna aproveita para esbanjar ‘conforto’. Talvez graças à ‘propaganda’, ela passou a ser considerada uma das mulheres mais sensuais do mundo da música.

“Eu tive que encarar um medo meu. Sempre que você vê algo com que se sinta desconfortável em seu corpo, você sente vergonha de saber que alguém mais possa ver aquilo”, explicou, mostrando um argumento com que muitas pessoas se identificam, por não gostarem muito de algumas coisas em sua aparência.

A solução desse problema, para Rihanna, foi resolvido com a nudez: “Conhecer meu corpo como ele é me ajudou a saber que ele é o mesmo quando estou com roupas ou estou nua”. Ainda bem que ela pode aproveitar os clipes e shows para isso, porque, por enquanto, as pessoas ainda podem ser presas por andarem peladas na rua (pelo menos é o que aparece nos seriados americanos). Mas não se preocupe, Riri, os tempos estão mudando rápido…

Madonna irá responder perguntas dos fãs

Como muitos artistas têm feito ultimamente, Madonna irá dispor de um pouquinho do seu tempo no sábado, dia 24, para responder a perguntas feitas por fãs na página da cantora.

Prestes a começar sua volta ao mundo em turnês, e em meio ao lançamento de “MDNA”, seu novo disco; a correria de Madonna já começou. Como parte da divulgação dos trabalhos (e para mimar um pouquinho aqueles que apreciam a cantora), irá participar de um bate-papo com os fãs na web.

Essa conversa irá acontecer por intermédio do apresentador do “Late Night”, Jimmy Fallon, com transmissão ao vivo pela página do evento no facebook, onde os fãs já podem começar a deixar suas perguntas.

O disco vai ser lançado na próxima segunda feira, 26; mas já deu uma passeada rápida pela internet. Durante a campanha de divulgação, já foram lançados alguns singles e vários trechos de algumas músicas, o último lançamento foi o videoclipe de “Girl Gone Wild”.

Após o lançamento do álbum, Madonna inicia sua turnê já no dia 29, em Israel. Os shows ainda não foram confirmados por aqui (ou pelo resto da América Latina), nem na Austrália, mas fazem parte do planejamento da rota da turnê. Confirmados até agora, estão 26 cidades europeias e nos Estados Unidos.

Linkin Park e novidades sobre próximo disco

Durante uma entrevista recente à revista Kerrang!, o vocalista Chester Bennington comentou sobre vários aspectos do próximo disco, inclusive que a sonoridade volta ao estilo inicial da banda e será mais familiar às pessoas.

Enquanto a banda está dando os últimos retoques no que será o próximo disco – até agora, sem nome – do Linkin Park, Chester comentou um pouco do que está por vir. Segundo ele, durante os processos de criação desse álbum, a banda “encontrou o caminho”, fazendo o trabalho ser bastante produtivo.

Essa produtividade positiva fez nascerem músicas igualmente esperançosas. “Há coisas obscuras também, mas nossos fãs podem dizer que mesmo nas coisas mais obscuras sempre há um lampejo de esperança e é sobre isso que estamos escrevendo. É sobre conseguir dar essa reviravolta positiva mesmo nos momentos mais sombrios; não queremos que as pessoas se sintam sem esperança”, comentou Chester.

Quando perguntado sobre a sonoridade do disco, a volta do “Linkin Park” como ficou conhecido inicialmente e distanciamento dos últimos álbuns, a resposta foi bem interessante: “Com os últimos dois álbuns, tentamos muito sair da ‘caixa’ de nu-metal em que nos encontrávamos. É fácil nos rotular assim baseado no Hybrid Theory e no Meteora, quando éramos uma banda de nu-metal. Mas sabíamos que havia mais de nós do que aquilo. E, com exceção aos tons de guitarras de metal que tivemos nos dois primeiros CDs – o que eu penso ser a razão de várias pessoas gostarem da banda – eu sinto que encontramos um lugar em que nos sentimos confortáveis na nossa pele”.

Sobre as letras, o vocalista comentou que estão falando muito sobre relacionamentos. “Não somos uma banda política; somos mais uma banda com uma mente socialmente formada”, disse, e completou explicando que a banda escreve sobre o que gostaria de ver mais no mundo (ou menos), sobre o que os inspira e o que já costumam escrever. Com o objetivo de fazer um novo álbum a cada 18 meses, esse deve sair no meio do ano, pela Warner.

No disco MDNA, Madonna exorciza seu divórcio doloroso

AFP

Para críticos, 12º álbum confirma a cantora como a Rainha do Pop

Pressionada com a chegada de Lady Gaga e Lana del Rey, Madonna confirma que ainda é a "rainha do pop" com o poderoso "MDNA", seu 12º álbum, já elogiado pela crítica, no qual a estrela de 53 anos exorciza seu doloroso divórcio.

O albúm anterior de Madonna foi "Hard Candy", lançado em 2008, um disco de sonoridade bem urbana, mas morno.

Madonna durante o Super Bowl 2012

Madonna durante o Super Bowl 2012

Foto: Getty Images

Desde então novas figuras apareceram para abalar o pequeno mundo pop, saqueando alegremente o legado da "Material Girl": Rihanna com o lado erótico, Lana del Rey com o glamour hollywoodiano e, sobretudo, Lady Gaga com o gosto pela provocação e a capacidade de renovar sua imagem.

No anúncio do lançamento de "MDNA", muitos críticos questionaram: Madonna ainda é capaz de ditar tendência?

Os sinais iniciais não foram muito reconfortantes: o primeiro single, "Gimme All Your Luvin", não teve o sucesso esperado e sua apresentação no intervalo do Super Bowl gerou muitas críticas. Até mesmos as fotos promocionais provocaram uma avalanche de comentários sobre a incapacidade da estrela em assumir sua idade.

Mas as primeiras críticas de "MDNA" publicadas na imprensa são unânimes. "Madonna ainda é a rainha do pop. Quase 30 anos depois de chegar pela primeira vez ao topo das paradas, mostra, como sempre, como se faz o trabalho", escreveu a revista americana Billboard. "Seu novo álbum mostra às jovens pretendentes que Madonna ainda é uma força a ser reconhecida", destacou o Daily Mirror da Grã-Bretanha.

Como é habitual, a diva esteve rodeada por colaboradores escolhidos com talento e minúcia. Convidadas a cantar em duas faixas, a estrela prepara como herdeiras duas artistas afiadas: a rapper Nicki Minaj e a provocadora M.I.A.

Na produção apelou para o DJ francês Martin Solveig e a dupla de produtores italianos Benny Benassi e Alle. "MDNA" também marca o retorno - muito esperado, após 12 anos de ausência - do produtor William Orbit, a fonte de sua renovação criativa, em 1998, com o introspectivo "Ray of Light". Essas escolhas refletem a dupla mensagem do disco.

Por um lado, os hinos para os prazeres da vida e da noite ("MDNA" é também um jogo de palavras com MDMA, uma droga popular). Em versão pop ou dance, são bem-sucedidos, mas não uma surpresa. Do outro, um retorno ao divórcio doloroso de Madonna, separada em 2008 do diretor Guy Ritchie.

É este tema, às vezes tratado com baladas, às vezes com música urbana agressiva, que dá toda a substância de "MDNA".

Nua e crua, a cantora relembra sua dor ("Acorde, ex-mulher / Esta é sua vida"), amargura ("Eu tentei ser sua mulher / Estou reduzida / Eu apaguei a minha luz") e seu desejo de vingança.

"Gang Bang", a música mais impactante do álbum, poderia servir de trilha sonora para um filme de Quentin Tarantino. "Bang bang, eu matei você / Eu atirei na cabeça de meu amante", canta, friamente.

"Há algo de extraordinário sobre a decisão de Madonna de compartilhar sua dor, uma vez que ela compartilhou seu prazer. Sua música sempre defendeu a liberdade contra a opressão, mas pela primeira vez esta opressão é interna", publicou a Rolling Stone.

"MDNA" é o primeiro álbum da artista pela Interscope, uma filial da Universal.

Jello Biafra toca no Brasil em março

Ex-líder do Dead Kennedys se apresentará em São Paulo, Curitiba, Porto Alegre e Rio de Janeiro

O músico punk Jello Biafra

O músico punk Jello Biafra

Foto: Divulgação

O ex-líder do grupo punk Dead Kennedys, Jello Biafra volta pela terceira vez ao Brasil para quatro apresentações no mês de março. O músico, que atualmente divulga o álbum "Enhanced Methods of Questioning", tocará em São Paulo (24), Curitiba (25), Porto Alegre (27) e Rio de Janeiro (28).

A banda que acompanha Jello, conhecida como The Guantanamo School of Medicine, é formada pelos guitarristas Ralph Spight e Kimo Ball, o baterista Paul Pelle e o baixista Andrew Weiss.

Além de músico e ativista político, Jello Biafra é proprietário da gravadora independente Alternative Tentacles.

Jello Biafra em São Paulo

Data: 24 de Março – Sábado
Horário: entre 19h00 e 22h00
Local: Beco 203 SP - Rua Augusta, 609
Telefone: 11 2339-0358
Ingressos: antecipados por R$ 80 e na porta do show por R$ 100
Vendas pelo site http://www.ticketbrasil.com.br/evento/jello-sp

Exposição sobre Pixinguinha

São imagens da época, instrumentos musicais, artigos pessoais e a história do músico contada através de uma exposição em sua homenagem.

Essa vai para os moradores de Brasília. São expostas desde fotos até gravações do compositor, como “Carinhoso” (que marcou muito sua carreira) e outras canções históricas ou emblemáticas.

São aproximadamente 12 salas separando o material, relativamente organizado em ordem cronológica. O ícone do choro no Brasil é considerado um dos grandes flautistas da história da música nacional, e para montar a exposição já são vários anos de pesquisa sobre um nome com tanto significado.

Segundo o historiador Ary Vasconcelos, “Se você tem 15 volumes para falar de toda a música popular brasileira, fique certo de que é pouco. Mas se dispõe apenas de uma palavra, nem tudo está perdido; escreva depressa: ‘Pixinguinha’”, e a exposição segue o exemplo de contar o máximo possível através de um único nome.

“Pesquiso a vida e a obra de Pixinguinha desde 1997”, comentou Lu Araújo, curador do evento. “É inegável que ele foi um dos pioneiros na cultura brasileira no século XX. Foi uma dessas figuras raras, um líder nato, um sábio, sem nunca impor condição para tanto. Os projetos que realizo visam ampliar o olhar e conhecimento do público sobre este importante artista e as suas plurais atuações. Queremos mostrar os principais pontos da vida de Pixinguinha e desfazer alguns nós que a história não conta”, completou, fazendo o convite para que a população visite o projeto.

“Pixinguinha” está em exposição no Centro Cultural Banco do Brasil, em Brasília, desde 13 de março. O evento ainda vai até o dia 6 de maio, de terça a domingo, das 9h às 21h, com entrada gratuita.

Festival Sonoridades volta ao Rio de Janeiro

Desde a última quinta feira, 15, até o dia 31 de março, os palcos do Oi Futuro foram ocupados por nomes como Gaby Amarantos, Emicida e Criolo.

A curadoria ficou a cargo de Nelson Motta, e o festival une diversos artistas em shows conjuntos. Um dos exemplos dessas junções é uma apresentação de Gaby Amarantos com Nina Becker e Lia Sophia. Além delas, em outras apresentações estiveram nomes como Criolo, Emicida e Moreno Veloso.

Nelson Motta, como responsável pelas atrações, falou sobre a diversidade musical de cada grupo que anda pelas ruas. “Cada estação tem sua trilha sonora, com as sonoridades que se misturam nas ruas, nas praias, nos bares e nos clubes”.

O evento tem acontecido na praia de Ipanema, no Oi Futuro. “Tem sido o palco do que há de mais contemporâneo”, comentou Rafael Oliva, que dirige os projetos e programas do local, e todos os shows que acontecerão lá, serão transmitidos ao vivo pela página do evento.

Os próximos shows acontecerão nos dias 23, 24, 28, 30 e 31 de março, custando R$20,00 no Oi Ipanema e R$30,00 no Oi Casa Grande, sempre às 21h. Confira as próximas apresentações:

Dias 23 e 24 de Março: Gaby Amarantos, Nina Becker e Lia Sophia
Dia 28 de Março: Bid e Chico César
Dias 30 e 31 de Março: DJ Dolores, Robertinho de Recife e Jorge Mautner.

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